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APÓS MESES DE PANDEMIA, MAIORIA DOS LOJISTAS RELATAM AUMENTO DAS VENDAS.


Após seis meses do anúncio da quarentena, 68% dos lojistas relataram um aumento nas vendas. Datas sazonais, como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças contribuíram para a retomada do comércio. A comparação foi feita em relação ao início do isolamento social, que ocorreu em março deste ano, de acordo com pesquisa da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP).

O setor mais beneficiado foi o de eletrônicos (59,1%), seguido pelo de beleza e cuidado pessoal (22,7%). Além disso, os setores de vestuário e calçados (13,6%) e o de brinquedos (4,5%) acompanharam o levantamento, ocupando o terceiro e quarto lugares, respectivamente.


“Foi um período muito complicado com vendas a níveis baixíssimos. O que mais ajudou foi o trabalho com meia porta e vendas por celular com retiradas nas lojas (take away). Outro fator que ajudou foram as vendas nas datas tradicionais do varejo (Dia das mães, namorados e Crianças).

Mesmo com a pandemia tivemos uma média considerável de consumidores circulando nas ruas. A presença das pessoas estimulou as vendas nas lojas físicas”, explica o presidente da CDL Mauá, Josué Arruda.


A reabertura dos estabelecimentos também ocasionou despesas, como obrigações sanitárias. Dessa forma, muitos empresários tiveram que recorrer ao Pronampe, programa governamental que visa facilitar o acesso ao crédito.


Mas 50% das micro e pequenas empresas não tentaram recorrer ao crédito, devido aos obstáculos burocráticos com os quais se depararam. Cerca de 25% procuraram, mas apenas 22% obtiverem êxito. O Sebrae informa que de modo geral, apenas 15% das empresas foram atendidas pelo Pronampe.

A ajuda do Governo Federal para a população é um divisor de águas para os lojistas, pois, vem mantendo a economia viva.

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